Notícias

16/03/2016

Fórum Capixaba de Petróleo e Gás libera resultados de pleito

Na tarde do dia 15 de março o Fórum Capixaba de Petróleo e Gás liberou os resultados da avaliação de propostas para desenvolvimento de novos produtos com foco em demandas apresentadas pela Petrobras na última edição da MecShow. Os resultados podem ser vistos clicando aqui, e o relatório do processo aqui. A TecVitória integra o grupo de Conexões Tecnológicas do FCP&G.

30/11/2015

Incubadora do IFES abre 2 vagas

Núcleo Incubador do Campus Serra do IFES abre vaga para dois empreendimentos. Veja a notícia e detalhes sobre o edital em http://ifes.edu.br/noticias/6428-nucleo-incubador-do-campus-serra-abre-vagas-para-dois-empreendimentos

20/10/2015

Programa de Pré-Incubação IFES

Vagas para o Programa de Pré-Incubação – Modalidade Residência

Inscrições abertas, de 20 de outubro a 20 de novembro de 2015, para o processo seletivo do Programa de Pré-Incubação de Empreendimentos – Modalidade Residência do Núcleo Incubador Serra do Ifes.

A Pré-incubação destina-se exclusivamente à Pessoas Físicas.

O processo de pré-incubação tem como intuito principal oferecer permissão para uso de espaço físico e apoio à gestão para o aprimoramento e aperfeiçoamento do plano de negócios das propostas de empreendimentos selecionadas, com vistas a tornar estes empreendimentos potenciais candidatos ao processo seletivo de incubação.

Participe, leia o edital em: http://www.ifes.edu.br/novos-alunos/143-processo-seletivo-2016/6349-ps-6-pre-incubacao-para-empreendimentos-modalidade-residencia

28/09/2015

Edital seleciona empreendimentos para serem incubados pela Ufes

Você que tem o projeto de montar sua empresa guardado na gaveta, a partir do edital público de Seleção de Empreendimentos Incubados pela Ufes conta agora com a possibilidade de viabilizar a realização desse plano com o apoio de professores, estudantes e dos laboratórios de pesquisa da Universidade. As inscrições começam no dia 30 de setembro e terminam no dia 30 de outubro.

Lançado pela pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRPPG), este é o primeiro edital para empreendimentos incubados e tem como objetivo principal alavancar negócios que depois serão inseridos na sociedade, apresentando produtos inovadores. “Uma vez tendo o projeto aprovado pelos avaliadores do edital, o projeto é encaminhado para a área afim, em que a equipe técnica da Universidade avalia o mercado, aperfeiçoa o produto e, quando a empresa alcança a sua robustez, ela se ‘gradua’, ou seja, vai para o mercado”, explica o diretor do Instituto de Inovação Tecnológica da Ufes (Init/PRPPG), professor Antônio Alberto Ribeiro Fernandes.

Poderão submeter propostas ao presente edital os candidatos que possuam produtos, protótipos operacionais, processos ou serviços de caráter tecnológico, modelados para serem apresentados ao mercado; apresentem Plano de Negócios que demonstre a viabilidade e o caráter inovador do projeto; tenham regularidade jurídica, fiscal e trabalhista; e aderência nas seguintes áreas de atuação: Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC); Informática; Automação; Tecnologia Assistiva; Tecnologias Educacionais; Gestão da Inovação; Eletroeletrônica; Metalmecânica; Energia; Tecnologia para sustentabilidade e preservação do meio ambiente; Nanotecnologia; e Biotecnologia.

O edital prevê um período de dois anos, sendo possível a prorrogação por mais 12 meses, para a conclusão dos trabalhos. “Durante esse tempo, todos os envolvidos são beneficiados. Os estudantes, por exemplo, podem vislumbrar a possibilidade de montar suas empresas. Os exemplos mais conhecidos são a Microsoft e o Facebook”, acrescenta o professor. Com o lançamento desse edital, a Universidade fecha o seu ciclo da gestão de inovação tecnológica, que vem desde a criação de patente até a criação de empresas incubadas.

Informações pelo telefone 4009-7885. Confira no edital em anexo todos os documentos necessários para a inscrição, os critérios de seleção, os prazos e os formulários que precisam ser preenchidos.

Clique aqui para acesso ao edital

22/10/2014

Edital de Pré-Incubação do IFES

O Ifes campus Serra publica edital de Processo Seletivo para oferta de vagas ao Curso de Pré-Incubação para Empreendedores, voltado ao Programa de Pré-Incubação do Núcleo Incubador Serra.

Objetivos do curso:
I- Aprimoramento do plano de negócio do empreendimento;
II- Aperfeiçoamento do protótipo (produto ou serviço);
III- Amadurecimento das competências do empreendedor;
IV- Preparação para o processo seletivo de incubação.

Inscrições: 16/10 à 23/10/2014;

Número de vagas: 20 (vinte);

Modalidade do curso: semipresencial;

Faça download do Edital aqui

29/05/2014

Ata de Abertura - Projeto PAPIT - c.c. nº 07/2014

Ata de Abertura dos Envelopes

CARTA CONVITE Nº 07/2014

Aos vinte e sete dias do mês de maio de dois mil e quatorze, na sede da TECVITÓRIA, situada na Rua Marins Alvarino, nº. 150, Itararé, Vitória/ ES, reuniram-se, na sala de reuniões, a partir das 10h (dez horas), em sessão pública, o membro da Comissão Permanente de Licitação, Sra. Suely Ferreira Augusto, responsável pela direção de julgamento da Carta Convite n.º 07/2014, destinada a selecionar a melhor proposta para CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PRESTADORA DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE MARKETING, e como convidados para a análise técnica o Sr. Rafael de Lima Rocha e Sra. Jullia Tedesco, com a finalidade de examinarem e julgarem os documentos de habilitação e propostas comerciais. O aviso da Carta Convite foi publicado no dia 19 de Maio de 2014 na forma estabelecida pela Lei de Licitações. Os envelopes das empresas concorrentes Atuali Consultoria e Serviços Técnicos Ltda ME, Crescer Treinamentos e Consultoria Empresarial Ltda e Edez Comunicação Estratégica Ltda ME, foram recebidos dentro do prazo para análise, porém, estiveram ausentes os representantes das empresas Crescer e Edez. Compareu apenas, a Sra. Silvia Elena Binda Pasquali da empresa Atuali.

Portanto, o primeiro envelope a ser aberto de habilitação foi o da empresa Crescer Treinamentos e Consultoria Empresarial e foi constatado a não apresentação de alguns dos documentos exigidos no edital, Certidão Negativa de Débitos Municipal, experiência comprovada conforme solicitado na alínea “c”, do item 6.3, do edital e o balanço patrimonial da empresa, sendo desclassificada do certame. Em seguida foi aberto o envelope com a proposta comercial, desta mesma empresa que apresentou a quantia de R$ 104.940,00 (cento e quatro mil, novecentos e quarenta reais), valor este dentro do previsto no edital.

O segundo envelope aberto de habilitação foi o da empresa Atuali Consultoria e Serviços Técnicos, contendo todos os documentos exigidos no edital. O segundo envelope de proposta comercial aberto, sendo desta empresa, foi apresentado o valor de R$ 104.400,00 (cento e quatro mil e quatrocentos reais), dentro do valor previsto no edital.

E, por fim, a abertura do último envelope de habilitação da empresa Edez Comunicação Estratégica, constatado a não apresentação de alguns dos documentos solicitados no edital: declarações de qualificação técnica, Certidão Negativa de Falência e balanço patrimonial, estando assim desclassificada do certame. Em seguida foi aberto o envelope da proposta comercial, que apresentou o valor de R$ 104.960,00 (cento e quatro mil, novecentos e sessenta reais), dentro do previsto no edital.

Portanto, foi constatada a regularidade dos documentos de habilitação da empresa Atuali e identificada as irregularidades das empresas demais concorrentes, por terem descumprido o Edital da Carta Convite Nº. 07/2014, estando, assim, desclassificadas para o certame.

Passamos então a analisar as propostas comerciais:

ClassificaçãoRazão SocialPreço Global Proposto
Edez Comunicação Estratégica Ltda MER$ 104.960,00
Crescer Treinamentos e Consultoria Empresarial LtdaR$ 104.940,00
Atuali Consultoria e Serviços Técnicos Ltda MER$ 104.400,00

A proposta comercial apresentada pela empresa Atuali, atendeu integralmente às disposições editalícias e mostrou-se a mais vantajosa, segundo os critérios definidos em edital. Diante disso, opinamos pela homologação do certame e posterior adjudicação do objeto em favor de Assessoria de Marketing pela empresa Atuali Consultoria e Serviços Técnicos Ltda ME.

Suely Ferreira Augusto - Membro da Comissão Permanente de Licitação

Convidadas para Análise Técnica:

  • Rafael de Lima Rocha - TecVitória
  • Jullia Tedesco - TecVitória
  • Silvia Elena Binda Pasquali - Atuali

19/05/2014

As 5 melhores áreas para quem quer abrir uma startup

O processo de abertura de um negócio envolve inúmeras dúvidas. A primeira diz respeito ao segmento de atuação da empresa. Para quem está começando e se interessa por tecnologia, uma das escolhas é criar uma startup, empresa com elementos de inovação e possibilidade de crescimento rápido

O instituto americano IbisWorld divulgou uma pesquisa com as áreas mais promissoras para empreendedores que tenham vontade de criar uma startup. O estudo é baseado em um universo de mil empresas analisadas. A partir dos números dessas companhias, o instituto traçou uma estimativa de faturamento global para cada setor. Confira:

1) Desenvolvimento de aplicativos para celular

Há 10 anos, o mercado de smartphones era praticamente nulo. O de software para esses aparelhos, então, nem existia. Hoje, com a massificação desses celulares, o setor de desenvolvimento de aplicativos entrou em ebulição. A perspectiva é que ele continuará promissor por bastante tempo, segundo o IbisWorld: o estudo estima um crescimento anual de quase 30% no mercado de desenvolvimento. Em 2019, o faturamento das empresas especializadas em aplicativos deve chegar a US$ 34,7 bilhões.

2) Impressão de fotos online

O mercado de fotografia vem sofrendo mudanças significativas em curtíssimos espaços de tempo. No começo deste século, houve a transição da foto analógica para a digital. Depois, a popularização dos smartphones e de redes sociais, como o Instagram, trouxe mais uma reviravolta.

Agora, é possível enviar imagens – depois de embelezá-las com os mais diversos filtros – diretamente para empresas de impressão. Por sua vez, essas companhias mandam as as fotos direto para o endereço dos usuários. O estudo prevê um crescimento anual de 15,3%, em média, até 2019. As empresas do setor devem faturar, juntas, US$ 2,5 bilhões daqui a cinco anos.

3) Serviços de hospedagem e processamento de dados

Esses segmentos não carregam mais a aura da novidade, mas têm bastante relevância. Empresas que hospedam sites e realizam o processo mecanizado de dados devem crescer 4,4% anualmente até 2019. Em cinco anos, a receita do setor deve ultrapassar US$ 90 bilhões, de acordo com o levantamento.

4) Segurança em TI

O medo de ataques de crackers fez a demanda por serviços de segurança em tecnologia da informação aumentar consideravelmente. Nos próximos cinco anos, empresas que impedem espionagem e sabotagem de dados devem faturar 8,2% a mais, ano após ano, até 2019, por seus serviços.

5) Impressão 3D

Foi-se o tempo em que impressões eram apenas tinta sobre papel. Agora, é possível imprimir muitos produtos físicos, de peças para carros a comida. O mercado de impressão em três dimensões vem crescendo a taxas de 16,2% ao ano. A partir de 2014, o faturamento do setor deve subir, em média 31,1% ao ano até 2019.

Fonte: www.softex.br - Pequenas Empresas & Grandes Negócios – 13/5/2014

19/05/2014

Migrar para nuvem aumenta gastos de grupos de software

Em anos recentes, companhias em todo o mundo substituíram parte das compras tradicionais de software pela versão dos programas no modelo de nuvem para reduzir custos. Na América Latina, segundo a consultoria Frost & Sullivan, 50% das empresas usam pelo menos um tipo de serviço em nuvem. Em vez de pagar pela licença, as companhias fazem um contrato para ter acesso ao software e pagam uma mensalidade pelo seu uso. Para as empresas que contratam o software, o modelo de nuvem traz economia no curto prazo. Mas para as companhias que desenvolvem os programas, o custo para mudar o modelo de negócios tem sido cada vez mais alto.

Os relatórios de balanço recentes do Google, da Amazon e da Microsoft mostraram que as três companhias tiveram ao todo uma despesa de US$ 4,6 bilhões entre janeiro e março para oferecer seus serviços na nuvem. O custo inclui compra de servidores, computadores e imóveis. Em comparação aos três primeiros meses de 2013, esses gastos aumentaram 65%.

No Brasil, a Totvs elevou em 22,5% seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento, para R$ 213,6 milhões. Parte desses recursos foi destinada a mudanças para incrementar a oferta na nuvem. “A Totvs trabalha desde 2010 para implantar tecnologias mais fluidas, mais simples de ser usadas e que colocam o cliente no centro de tudo”, afirmou Laércio Cosentino, presidente da Totvs. Além de investimentos em infraestrutura, a Totvs precisou tornar os seus sistemas de gestão empresarial mais simples e mais leves para operar na nuvem, observou o executivo.

Marília Rocca, vice-presidente de Negócios da Totvs, disse que a procura por softwares em nuvem é grande entre pequenas e médias empresas interessadas em reduzir custos. A lista de clientes chega a quase 2 mil empresas. E, entre as companhias de grande porte a demanda teve crescimento mais forte, de 50% este ano. “A mudança na oferta, com melhoria da conexão, de aspectos de segurança e da performance, tem atraído mais os clientes de grande porte”, disse.

Cobrança pelo uso do software

Alexandre Campos Silva, diretor da consultoria IDC, disse que o crescimento da demanda por software em nuvem não é exclusividade da Totvs. Ele estima que em 2014 as empresas vão comprar no Brasil US$ 224 milhões em softwares em nuvem e a demanda na área aumentará 68% ao ano até 2017.

A Totvs investiu na contratação de profissionais especializados em desenvolver e adaptar softwares na nuvem e capazes de desenvolver aplicações mais simples para o usuário, mas com as mesmas funções de um software tradicional.

Guilherme Campos, analista de indústria da consultoria Frost & Sullivan, observou que, além da contratação de desenvolvedores de software e de investimentos em infraestrutura, outro desafio para as companhias do setor é a cobrança do serviço. “Cobrar pelo uso, mensalmente, exige uma estrutura financeira maior. Isso tem levado companhias a fazer acordo com empresas com experiência na nuvem para fazer a cobrança”, disse.

A Totvs contratou equipe para essa tarefa. Outros grupos, como a americana SAS Institute, especializada em software de análise de grandes volumes de dados, optaram por delegar a terceiros a cobrança pelo uso dos seus softwares. Em março, a SAS fez acordo com a Amazon Web Services (AWS) para levar seu software para a nuvem e com a Concrete Solution para fazer a venda. “Investir sozinho seria inviável. Preferimos nos concentrar no que fazemos de melhor, que é software”, disse Marcos Prete, gerente de parcerias e alianças da SAS. A AWS, que tem investido em estrutura para atender grupos de software como a SAS, informou que aumentou o número de parceiros no país de 300 para mil em 12 meses.

A Microsoft, por sua vez, viu o número de parceiros de software na América Latina aumentar de 30 empresas há seis meses para 150 atualmente, disse Hugo Santana, diretor do grupo de empresas e sócios da Microsoft para América Latina. As empresas de software usam a infraestrutura da Microsoft, mas o sistema de cobrança é feito individualmente por cada uma. “Algumas rivais enfrentam problemas na parte de cobrança pelo uso do software. Ainda não tivemos problemas por não fazer a cobrança em conjunto”, disse.

Fonte: www.softex.br - Valor Econômico – Cibelle Bouças – 13/5/2014

19/05/2014

23 ideias para o Brasil crescer

“As pequenas e microempresas representam pelo menos 20% da produção, 40% da massa de salários e 52% dos empregos privados formais do Brasil. Apesar dessa relevância notável, quem decide criar um negócio próprio ainda sofre. Há burocracia demais, regras demais, custos altos demais. Entre 189 países, o Brasil fica em 116° lugar em ambiente de negócios, no estudo Doing business, do Banco Mundial. Em outra avaliação, o Índice de Liberdade Econômica, da Fundação Heritage, o país fica em 114° lugar, entre 186 nações avaliadas. Não é questão de desanimar. O Brasil avançou um pouco no ranking do Banco Mundial e reduziu muito, nos últimos anos, a mortalidade das empresas iniciantes, com até dois anos. Agora, com a taxa de desemprego em níveis historicamente baixos, precisamos avançar em outra frentes.”(Marcos Coronato, Graziele Oliveira e Aline Imercio)

A edição da Revista Época de 28 de abril de 2014, abordou o tema empreendedorismo e os desafios em manter-se inovador e vencer a burocracia. Um dos entrevistados foi Rubén Delgado, presidente da Softex, que falou sobre a importância da difusão do empreendedorismo em cursos de graduação e a desmistificação de se abrir um negócio no país.

Leia a matéria na íntegra:

http://leitor.flexinterativa.com.br/clipping/index/show/id/247154/tosimple/1

Fonte: www.softex.br

04/04/2014

Softex é selecionada para apoiar na gestão do TI Maior

Entidade deverá contribuir para potencializar projetos que desenvolvam os ecossistemas do programa, para estudos de inteligência da cadeia de software e serviços de TI e as operações do Programa Start-up Brasil.

A Secretaria de Política de Informática (Sepin) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) divulgou o resultado parcial do Concurso para Seleção de Projetos Técnicos para Atuação no Programa TI Maior. Foi selecionada a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex).

Foram registradas três propostas válidas no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse do Governo Federal (Siconv). Porém, a Softex foi a única a atender os critérios de elegibilidade estabelecidos no Edital 1/2014. Acesse o resultado parcial, publicado na última terça-feira (1º).

O concurso teve por objetivo selecionar uma organização da sociedade civil de interesse pública (Oscip) técnica e legalmente habilitada para prover conhecimentos e práticas de gestão que garantam a execução bem-sucedida e a consecução dos resultados esperados no Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (TI Maior).

A entidade deve, ainda, contribuir para potencializar os programas e projetos que desenvolvam os ecossistemas do TI Maior, para estudos de inteligência da cadeia de software e serviços de TI e as operações do Programa Start-up Brasil.

A impugnação do edital pode ser solicitada por qualquer cidadão dentro do prazo de dez dias úteis, a contar da data da divulgação do resultado parcial (1º de abril). Para o pedido de recursos, o prazo é de cinco dias úteis.

Em ambos os casos, as solicitações devem ser encaminhadas eletronicamente ou por via postal, para a Secretaria de Política de Informática – Sepin do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, no seguinte endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco E, sala 300, Brasília – DF, CEP 70.067-900.

Computerworld Com informações do MCTI 

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